Desculpas ao vento
Me encontro novamente
Neste mundo não confio
Eu não sou tão valente
A ponto de navegar este rio
Estou num grande pesar
Tentei pedir desculpa
Mas ela não deixou falar
Então esqueço a culpa
Não gostei de sua atitude
Não podia ser mais rude
Do que virar e ignorar
Agora tenho que aceitar
Não posso te contestar
Pois prometi não te olhar
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Lucas Pereira do Amaral
Dedico aqui, ao amanhecer, versos de todos os tipos. Esse é um dos meus passatempos, não sou profissional, desejo apenas me deleitar com a capacidade que tem qualquer poeta. Desejo a vocês uma boa viagem nos meus pensamentos. "Mind the gap between the train and the platform."
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Ola 'poeta'
ResponderExcluirSou gaucho, 22 anos, apreciador de poesia de vanguarda. Voce tem um enorme potencial, mas n sabe escrever bem. Nao me entenda mal, mas voce deixou de lado a estrutura do poema, n deu a minima para a estetica nem fez uma metrica descente, alem de n seguir o padrao das rimas. Na primeira estrofe, voce misturou versos sem coerencia de sentido. No primeiro verso da terceira estrofe, voce cometeu um erro um tanto grave: foi muito literal. Tente ser mais metaforico. Lembre-se que nos tercetos de um soneto o primeiro verso deve rimar com o terceiro ou todos devem rimar(opcao menos elegante). Lembre-se da contagem das silabas poeticas! Bons poetas nunca escrevem sonetos sem que haja uma metrica perfeita, por tanto lembre das silibas. Use metaforas, hiperboles, paradoxos e outros recursos poeticos. Fuja do sentido real.
Boa sorte com o seu blog e com a pessoa amada. Nao me leve a mal, minhas criticas foram construtivas.
Nao desista da poesia, voce tende a evoluir.
Abracos. ASS.: A.C