sábado, 26 de novembro de 2011

Segredo!

Segredo!

Tenho uma coisa importante a dizer
Só não conto por medo de te perder
Queria que fosse mais fácil revelar
O meu segredo em breve vou contar

Enquanto puder vou enrolar
Um dia seus ouvidos hão de escutar
A sua boca há de experimentar
E seus olhos hão de deleitar
Os versos que escrevo à você

Enquanto esse dia não chegar
Continuo a enrolar
Não sei mais quanto tempo
Do futuro não tenho conhecimento
Mas o presente aproveito com senso

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Lucas Pereira do Amaral

domingo, 20 de novembro de 2011

Não vá

Não vá

Por favor não vá embora
Eu vou sentir sua falta
Queria te ver agora
Se você não se importa

Vivo uma paixão secreta
Ainda não tive coragem para dizer
Pode vir, a porta está aberta
Sua presença me dá prazer

É uma pena não poder te ver
Eu queria te falar
Antes de te perder
Que eu comecei a te amar

Você ocupou meu coração
Me encantou com seu sorriso
Em mim criou esta paixão
Fui e voltei do paraíso

Eu peço novamente
Por favor não vá embora
Você ocupa minha mente
Em voçê encontrei peça rara

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Lucas Pereira do Amaral

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Confusão!?

Confusão!?

Eu não sei de mais nada
O que está em baixo ou em cima
Acho que estou numa cilada
Quero voltar para minha cama

Não tenho coragem
Ela me odeia
Me escondo na garagem
E a vontade me baleia

Estou confuso
Não sei o que fazer
Vou tentar esquecer
Vou soltar o parafuso

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Lucas Pereira do Amaral

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Esqueça...

Esqueça...

Este lugar não te pertence
Saia de perto
Esqueça tudo o que sente
Faça isso certo

Um dia voçê se acha
Talvez hoje ou amanhã
Engate a marcha
E acredite no seu Tupã*

Não espere o seu lugar
Faça acontecer
Ou voçê vai sentar
E tentar esquecer

Saia, faça, viva o mundo
Não seja vagabundo
A vida é bela
Só para quem se revela


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Lucas Pereira do Amaral


*Tupã: Divindade tupi-guarani, representada pelos trovões

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Duvidas Libertadoras

Duvidas Libertadoras

Até onde nos leva a criatividade?
Posso dizer que nao tem idade
Será que tem limite, a verdade?
Só sei que ela nos leva à parede

Qual é a minha raça?
De uma coisa sei, nao vivo parado
Nao faço nenhuma diferença
Entre o certo e o errado

Sou grande e pequeno
Ainda prezo o respeito
Quando examino o terreno
Não encontro peito

Preciso encontrar força
Onde poderei eu achar?
Quando encontrar resposta
Para este grande duvidar

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Lucas Pereira do Amaral

Delírio

Se antes tinha dúvida, Agora sei de fato, Não sou pessoa lúcida, Escarro, cuspo e sou ingrato. Em que delírio me vi? Acreditar que po...