quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Desculpas ao vento

Desculpas ao vento

Me encontro novamente
Neste mundo não confio
Eu não sou tão valente
A ponto de navegar este rio

Estou num grande pesar
Tentei pedir desculpa
Mas ela não deixou falar
Então esqueço a culpa

Não gostei de sua atitude
Não podia ser mais rude
Do que virar e ignorar

Agora tenho que aceitar
Não posso te contestar
Pois prometi não te olhar

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Lucas Pereira do Amaral

Um comentário:

  1. Ola 'poeta'
    Sou gaucho, 22 anos, apreciador de poesia de vanguarda. Voce tem um enorme potencial, mas n sabe escrever bem. Nao me entenda mal, mas voce deixou de lado a estrutura do poema, n deu a minima para a estetica nem fez uma metrica descente, alem de n seguir o padrao das rimas. Na primeira estrofe, voce misturou versos sem coerencia de sentido. No primeiro verso da terceira estrofe, voce cometeu um erro um tanto grave: foi muito literal. Tente ser mais metaforico. Lembre-se que nos tercetos de um soneto o primeiro verso deve rimar com o terceiro ou todos devem rimar(opcao menos elegante). Lembre-se da contagem das silabas poeticas! Bons poetas nunca escrevem sonetos sem que haja uma metrica perfeita, por tanto lembre das silibas. Use metaforas, hiperboles, paradoxos e outros recursos poeticos. Fuja do sentido real.
    Boa sorte com o seu blog e com a pessoa amada. Nao me leve a mal, minhas criticas foram construtivas.
    Nao desista da poesia, voce tende a evoluir.
    Abracos. ASS.: A.C

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