Quando o vazio se instaura,
Amigo, não tens salvação.
Podes não mostrar na cara,
Mas e algo que denota a tua ação.
Teus olhos perdem a emoção,
Nada resta em tua posse.
Acabas por não dar atenção
A toda tristeza que voce tosse
Por que tanto sofrimento?
Ja me chega de lamento,
Também não quero a redenção.
Solidão, sai de mim,
Não te quero assim,
Tens que me dar opção.
Dedico aqui, ao amanhecer, versos de todos os tipos. Esse é um dos meus passatempos, não sou profissional, desejo apenas me deleitar com a capacidade que tem qualquer poeta. Desejo a vocês uma boa viagem nos meus pensamentos. "Mind the gap between the train and the platform."
segunda-feira, 17 de março de 2014
Poema e poeta
O poeta escreve,
O leitor lê,
Não é para isso que serve
as letras que podem ver.
O estudioso examina,
O apaixonado chora,
É uma verdadeira mina
Se emoção que ele aflora.
Para que serve o poema?
Para dizer a quem se ama
Os pensamentos dedicados.
Para que servem os poetas?
Para sofrer em suas portas
E morrer despedaçados.
O leitor lê,
Não é para isso que serve
as letras que podem ver.
O estudioso examina,
O apaixonado chora,
É uma verdadeira mina
Se emoção que ele aflora.
Para que serve o poema?
Para dizer a quem se ama
Os pensamentos dedicados.
Para que servem os poetas?
Para sofrer em suas portas
E morrer despedaçados.
Pseudo
Seria eu um ser repugnante?
Onde todos que se aproximam fogem.
E dói muito esta longa viagem
Que no fim acaba morta e espumante.
Ou seriam eles, os viajantes,
Que trazem apenas problemas,
Andam conosco e seus dilemas,
Ainda que apenas falantes.
Quem sabe são ambos culpados?
Eu, por escutar seus ditados,
E eles por continuar parados.
Ainda que todos inocentes,
Eu nao fui tão valente
E eles ganharam o presente.
-----
Lucas Pereira do Amaral
Onde todos que se aproximam fogem.
E dói muito esta longa viagem
Que no fim acaba morta e espumante.
Ou seriam eles, os viajantes,
Que trazem apenas problemas,
Andam conosco e seus dilemas,
Ainda que apenas falantes.
Quem sabe são ambos culpados?
Eu, por escutar seus ditados,
E eles por continuar parados.
Ainda que todos inocentes,
Eu nao fui tão valente
E eles ganharam o presente.
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Lucas Pereira do Amaral
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