sábado, 31 de dezembro de 2011

Meu Vento...

Meu vento...

Todas as minhas ambições
Me levaram a grandes decepções
Não sei mas no que acreditar
Em meu sonho ou nesse pesar

Eu quero deixar minhas marcas
Sei que breve é o momento que terei
Sempre com ações pacas
Um dia sucesso trarei

Espero ser lembrado
Por boas coisas que farei
Só não posso continuar parado
Porque esse é o sinal que parei

O sucesso requere movimento
Preciso continuar ativo
Mas também sempre cativo
E a vida segue como vento...

sábado, 26 de novembro de 2011

Segredo!

Segredo!

Tenho uma coisa importante a dizer
Só não conto por medo de te perder
Queria que fosse mais fácil revelar
O meu segredo em breve vou contar

Enquanto puder vou enrolar
Um dia seus ouvidos hão de escutar
A sua boca há de experimentar
E seus olhos hão de deleitar
Os versos que escrevo à você

Enquanto esse dia não chegar
Continuo a enrolar
Não sei mais quanto tempo
Do futuro não tenho conhecimento
Mas o presente aproveito com senso

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Lucas Pereira do Amaral

domingo, 20 de novembro de 2011

Não vá

Não vá

Por favor não vá embora
Eu vou sentir sua falta
Queria te ver agora
Se você não se importa

Vivo uma paixão secreta
Ainda não tive coragem para dizer
Pode vir, a porta está aberta
Sua presença me dá prazer

É uma pena não poder te ver
Eu queria te falar
Antes de te perder
Que eu comecei a te amar

Você ocupou meu coração
Me encantou com seu sorriso
Em mim criou esta paixão
Fui e voltei do paraíso

Eu peço novamente
Por favor não vá embora
Você ocupa minha mente
Em voçê encontrei peça rara

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Lucas Pereira do Amaral

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Confusão!?

Confusão!?

Eu não sei de mais nada
O que está em baixo ou em cima
Acho que estou numa cilada
Quero voltar para minha cama

Não tenho coragem
Ela me odeia
Me escondo na garagem
E a vontade me baleia

Estou confuso
Não sei o que fazer
Vou tentar esquecer
Vou soltar o parafuso

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Lucas Pereira do Amaral

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Esqueça...

Esqueça...

Este lugar não te pertence
Saia de perto
Esqueça tudo o que sente
Faça isso certo

Um dia voçê se acha
Talvez hoje ou amanhã
Engate a marcha
E acredite no seu Tupã*

Não espere o seu lugar
Faça acontecer
Ou voçê vai sentar
E tentar esquecer

Saia, faça, viva o mundo
Não seja vagabundo
A vida é bela
Só para quem se revela


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Lucas Pereira do Amaral


*Tupã: Divindade tupi-guarani, representada pelos trovões

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Duvidas Libertadoras

Duvidas Libertadoras

Até onde nos leva a criatividade?
Posso dizer que nao tem idade
Será que tem limite, a verdade?
Só sei que ela nos leva à parede

Qual é a minha raça?
De uma coisa sei, nao vivo parado
Nao faço nenhuma diferença
Entre o certo e o errado

Sou grande e pequeno
Ainda prezo o respeito
Quando examino o terreno
Não encontro peito

Preciso encontrar força
Onde poderei eu achar?
Quando encontrar resposta
Para este grande duvidar

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Lucas Pereira do Amaral

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Incoerência


Incoerência

Hoje levanto a cabeça
Vejo o mundo diferente
Eu só quero que pareça
Que agora estou independente

Hoje me liberto
Saio do sono que estava
Enfim mais aberto
Para o mundo que me testava

Vou aproveitar a felicidade
Para escrever a verdade
ESTOU LIVRE

O peso na conciência sumiu
A tristesa, nenhum pio
Voltei ao que fui sempre

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Lucas Pereira do Amaral

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Antítese

Antítese


À minha volta todos gritam
Eu me envolvo em pensamentos
Os meus ouvidos apitam
Minha cabeça faz os opostos

Penso na vida e no amor
Muitos pensam maravilhas
Não se iluda com o sabor
Pois com o amor nao se dedilha

Após algum tempo me calo
Tudo passa como um raio
Ainda me ponho a pensar

Será que fiz certo?
Qual o erro deste ato?
Por que não paro de amar?

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Lucas Pereira do Amaral

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Desculpas ao vento

Desculpas ao vento

Me encontro novamente
Neste mundo não confio
Eu não sou tão valente
A ponto de navegar este rio

Estou num grande pesar
Tentei pedir desculpa
Mas ela não deixou falar
Então esqueço a culpa

Não gostei de sua atitude
Não podia ser mais rude
Do que virar e ignorar

Agora tenho que aceitar
Não posso te contestar
Pois prometi não te olhar

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Lucas Pereira do Amaral

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O fundo do poço

O fundo do poço

O silêncio rege neste mundo
A tranquilidade me apossa
Não sei o que me leva ao fundo
Mas resisto nessa história

Com esforço me ergo
Erguido me falta consolo
De que adianta lutar
Sem ninguém para apoiar

Vivo na solidão
Quando abro o coração
Não encontro amparo

Caio livre e só
Fico com este nó
Até que paro
-----cheguei ao fundo do poço----

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Lucas Pereira do Amaral

sábado, 15 de outubro de 2011

Pra que?

Pra que?

Pra que me serve o amor,
se ele só me traz dor.
De que me serve a vida,
Sem jogar esta rodada.

Me encontro em um grande dilema
Não sei se falo ou não com ela
Depois do pedido dela
Acaba a vontade de fazer poema

A angústia que eu sinto
Sei, não sou perito,
Não é fácil me entreter

Desconheço a razão pela qual espero
Um dia voce falar comigo, eu paro,
Ainda quero não te esquecer

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Lucas Pereira do Amaral

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Soneto de um Apaixonado

Um fogo me consome a alma
É pior do que o tal inferno
Sinto amor por quem não ama
É penoso este castigo eterno

Por que fui mexer com isso?
Eu poderia ignorar o que sentia
Mas eu quis ver se valia
Agora, deste ouro preciso

Eu te dou meu coração
Por favor não me ignore
Eu preciso da sua atenção

Isto não é utopia
Eu gosto muito de você
Mais do que eu gostaria

Delírio

Se antes tinha dúvida, Agora sei de fato, Não sou pessoa lúcida, Escarro, cuspo e sou ingrato. Em que delírio me vi? Acreditar que po...