Lágrimas latente
Viver para amar
Rir para não chorar
Assim sobrevivo
Meus dias passivo
Bem vindo à sobrevida
Toda a alegria partida
Vamos morrer sós assim
Da busca do melhor afim
Mágoa ainda tenho
Mascaro indiferente
Lavo sempre ao banho
Lagrimas latente
Não busco glória
Quero algo maior que fama
Minha ária por um mendigo
E meu sono em minha cama
Então sorria
Não esqueça
Eu faria
Uma surpreza
Dedico aqui, ao amanhecer, versos de todos os tipos. Esse é um dos meus passatempos, não sou profissional, desejo apenas me deleitar com a capacidade que tem qualquer poeta. Desejo a vocês uma boa viagem nos meus pensamentos. "Mind the gap between the train and the platform."
quarta-feira, 28 de março de 2012
terça-feira, 27 de março de 2012
Orb ab chaos
Orb ab chaos
Não reconheço minha foz
Me soa estranho e sem vinda
Como um lento rio na vida
Que desagua em sua voz
Sou agora inerte sem fundo
Num grande buraco desse mundo
A vida me rodeia parada
Pela minha tristeza caçada
Caneta sobre o cartel
Minha vida dentro do papel
Assim vou parindo
Essa vida assistindo
Com ordem parta
Sairemos do caos
Só não certa
Do principio caos
Orb ab chaos
Não reconheço minha foz
Me soa estranho e sem vinda
Como um lento rio na vida
Que desagua em sua voz
Sou agora inerte sem fundo
Num grande buraco desse mundo
A vida me rodeia parada
Pela minha tristeza caçada
Caneta sobre o cartel
Minha vida dentro do papel
Assim vou parindo
Essa vida assistindo
Com ordem parta
Sairemos do caos
Só não certa
Do principio caos
Orb ab chaos
Instância minha
Instância minha
Eu quero fugir
Sumir sem existir
Viver sem lembrar
Morrer para amar
Não me fale este nome
Ainda me sinto inseguro
Vou largar o leme
E viver no escuro
Nem feliz nem triste
Vou viver no meio
Em meio sempre em riste
Nessa instância vivo apois
Entre Ana e Maria, as duas ou nenhuma
Entre um e três, escolho depois
Eu quero fugir
Sumir sem existir
Viver sem lembrar
Morrer para amar
Não me fale este nome
Ainda me sinto inseguro
Vou largar o leme
E viver no escuro
Nem feliz nem triste
Vou viver no meio
Em meio sempre em riste
Nessa instância vivo apois
Entre Ana e Maria, as duas ou nenhuma
Entre um e três, escolho depois
domingo, 25 de março de 2012
Vida cega
Vida cega
Parece que meus olhos fugiram
Não consigo mais pensar, então sugiram
Preciso viver, para isso tenho que ver
Nada vai acontecer sem meu aparecer
Sonhos não existem neste mundo
Quem sonha aqui é taxado de vagabundo
Quem produz não vice sua glória
Está sempre andando com sua escória
Poucos veem esforço ou sofrimento
Vivem inertes à realidade
Geralmente com seu lamento
Só tenho a agradecer
Me ajudaram a conhecer
A fútil mente do homem
Parece que meus olhos fugiram
Não consigo mais pensar, então sugiram
Preciso viver, para isso tenho que ver
Nada vai acontecer sem meu aparecer
Sonhos não existem neste mundo
Quem sonha aqui é taxado de vagabundo
Quem produz não vice sua glória
Está sempre andando com sua escória
Poucos veem esforço ou sofrimento
Vivem inertes à realidade
Geralmente com seu lamento
Só tenho a agradecer
Me ajudaram a conhecer
A fútil mente do homem
sexta-feira, 23 de março de 2012
Nosso encontro
Nosso encontro
Me encanto com o universo
Sempre surgindo com Eros
Nem sempre eternos efêmeros
Da voda com paixão pocesso
Uma luz ascende-se
Que guie a alma dos mortais
Em cada chance abre-se
O olimpo entre os portais
Existe algo que pode fazer
E em tudo se pode destruir
Mas nisso sua cabeça vai ruir
Podemos em tudo mudar
Até nada neste mundo ficar
Viajaremos até nos encontrar
Me encanto com o universo
Sempre surgindo com Eros
Nem sempre eternos efêmeros
Da voda com paixão pocesso
Uma luz ascende-se
Que guie a alma dos mortais
Em cada chance abre-se
O olimpo entre os portais
Existe algo que pode fazer
E em tudo se pode destruir
Mas nisso sua cabeça vai ruir
Podemos em tudo mudar
Até nada neste mundo ficar
Viajaremos até nos encontrar
segunda-feira, 19 de março de 2012
Arte ou Amor
Arte ou Amor
A arte
Complexa em sua simplicidade
Bonita em seus defeitos
Para entender não precisa de idade
Aptos a devorá-las em seus pratos
A arte pura em sua sujeira
Limpa em sua poluição
Basta puxar sua carteira
E presenciar a revolução
A arte nos domina
Forte em sua fraqueza
Bela como menina
A arte nos rodeia
Grande em sua confusão
Eterna em sua galeia
A arte junta e segrega nações
Mas não deveríamos perder as noções
Boa e ruim, a arte é universal
Assim como o amor
A arte
Complexa em sua simplicidade
Bonita em seus defeitos
Para entender não precisa de idade
Aptos a devorá-las em seus pratos
A arte pura em sua sujeira
Limpa em sua poluição
Basta puxar sua carteira
E presenciar a revolução
A arte nos domina
Forte em sua fraqueza
Bela como menina
A arte nos rodeia
Grande em sua confusão
Eterna em sua galeia
A arte junta e segrega nações
Mas não deveríamos perder as noções
Boa e ruim, a arte é universal
Assim como o amor
Eu enfermo
Eu enfermo
Eu enfermo
Só no ermo
Negro boçal
Falta sal
Meu físico se corrompe
Minha sanidade questiona
Razões e prazeres mundana
Na sociedade só irrompe
O que ainda faço aqui?
Espero a camada paqui
De fúteis homens, aguardando,
Um dia, idéias saírem andando
Proibições sem sentido
Liberdades sem motivo
Saio com o coração partido
Andando agora passivo
Eu enfermo
Só no ermo
Negro boçal
Falta sal
Meu físico se corrompe
Minha sanidade questiona
Razões e prazeres mundana
Na sociedade só irrompe
O que ainda faço aqui?
Espero a camada paqui
De fúteis homens, aguardando,
Um dia, idéias saírem andando
Proibições sem sentido
Liberdades sem motivo
Saio com o coração partido
Andando agora passivo
sexta-feira, 16 de março de 2012
Tal Dia
Tal Dia
Espero um dia, em outra vida
Você vir falar comigo, dar boa noite
Um dia distante da sua partida
Você virá e dirá "não fique triste"
Começarei a chorar, doendo na ferida
Uma grande ferida presa em riste
Uma grande tristeza cravada em minha carne
Uma dor inimaginável acompanhada da impotência
Querer fazer coisas, mas impedido pela pane
Coisas que nunca, nesta vida você terá ciência
Como se não bastasse, perguntará o que houve
Ainda chorando responderei "sua partida"
Diria que você fugiu quando entrou na nave
Me deixou triste e só na saída
Ainda espero esse dia chegar
talvez não por muito tempo
Tenho esperança de poder falar
quem sabe nao tão lampo
Queria poder te amar
-----
Lucas pereira do Amaral
Espero um dia, em outra vida
Você vir falar comigo, dar boa noite
Um dia distante da sua partida
Você virá e dirá "não fique triste"
Começarei a chorar, doendo na ferida
Uma grande ferida presa em riste
Uma grande tristeza cravada em minha carne
Uma dor inimaginável acompanhada da impotência
Querer fazer coisas, mas impedido pela pane
Coisas que nunca, nesta vida você terá ciência
Como se não bastasse, perguntará o que houve
Ainda chorando responderei "sua partida"
Diria que você fugiu quando entrou na nave
Me deixou triste e só na saída
Ainda espero esse dia chegar
talvez não por muito tempo
Tenho esperança de poder falar
quem sabe nao tão lampo
Queria poder te amar
-----
Lucas pereira do Amaral
quinta-feira, 15 de março de 2012
Saudade de você
Saudade de você
Eu tenho que te falar
Um dia comecei a amar
Temeroso quanto a revelação
Omiti por opção
Quando me revelei
Você se afastou
Naquele dia falei
A revelação acabou
Se um dia tivemos algo
Ficou murcho e não pago
Tenho saudade
Minha voz está abafada
Há muito tempo não falo
Voou com minha fada
Eu tenho que te falar
Um dia comecei a amar
Temeroso quanto a revelação
Omiti por opção
Quando me revelei
Você se afastou
Naquele dia falei
A revelação acabou
Se um dia tivemos algo
Ficou murcho e não pago
Tenho saudade
Minha voz está abafada
Há muito tempo não falo
Voou com minha fada
sexta-feira, 2 de março de 2012
Você e eu; Eu e você
Você e eu; Eu e você
Se me perguntam o que sinto
Digo-lhe que estou num torpor
Por isso que fico no recinto
Esperando o meu amor
Mas por que andas tão distante?
De mim estais tão perto,
Tenho andado tao triste,
Contigo fico mais desperto.
Tu tens muita importância,
muito mais do que pensas
Queria que tivestes ciência.
Gostaria de viver
Essa doce utopia
Para poder te ver.
Você e eu,
Eu e você
Por quanto tempo durar
Se me perguntam o que sinto
Digo-lhe que estou num torpor
Por isso que fico no recinto
Esperando o meu amor
Mas por que andas tão distante?
De mim estais tão perto,
Tenho andado tao triste,
Contigo fico mais desperto.
Tu tens muita importância,
muito mais do que pensas
Queria que tivestes ciência.
Gostaria de viver
Essa doce utopia
Para poder te ver.
Você e eu,
Eu e você
Por quanto tempo durar
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