Eu enfermo
Eu enfermo
Só no ermo
Negro boçal
Falta sal
Meu físico se corrompe
Minha sanidade questiona
Razões e prazeres mundana
Na sociedade só irrompe
O que ainda faço aqui?
Espero a camada paqui
De fúteis homens, aguardando,
Um dia, idéias saírem andando
Proibições sem sentido
Liberdades sem motivo
Saio com o coração partido
Andando agora passivo
Dedico aqui, ao amanhecer, versos de todos os tipos. Esse é um dos meus passatempos, não sou profissional, desejo apenas me deleitar com a capacidade que tem qualquer poeta. Desejo a vocês uma boa viagem nos meus pensamentos. "Mind the gap between the train and the platform."
segunda-feira, 19 de março de 2012
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