Toda essa desgraça
Se reproduz nesse mangue
E cresce a esperança
De um dia ver sangue
Agora sou livre e aberto
Ando sem sentido, anseando.
Todo o mundo está sem teto
Não sei o que fiz,
Não sei o que destruí,
So sei que enfiei o nariz.
E agora eu quero sangue!
Sangue para lavar,
Sangue para pintar,
E nos alegrar.
Agora sabemos a graca.
Dedico aqui, ao amanhecer, versos de todos os tipos. Esse é um dos meus passatempos, não sou profissional, desejo apenas me deleitar com a capacidade que tem qualquer poeta. Desejo a vocês uma boa viagem nos meus pensamentos. "Mind the gap between the train and the platform."
domingo, 3 de junho de 2012
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