Toda essa desgraça
Se reproduz nesse mangue
E cresce a esperança
De um dia ver sangue
Agora sou livre e aberto
Ando sem sentido, anseando.
Todo o mundo está sem teto
Não sei o que fiz,
Não sei o que destruí,
So sei que enfiei o nariz.
E agora eu quero sangue!
Sangue para lavar,
Sangue para pintar,
E nos alegrar.
Agora sabemos a graca.
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